CAROS LEITORES - É com grande prazer que anunciamos o site da Casa Espírita Caminho da Luz, acesse www.cecal.org.br

PARÁBOLA DA ROSA


Certa vez, um homem plantou uma roseira e
passou a regá-la constantemente.
Assim que ela soltou seu primeiro botão que
em breve desabrocharia, o homem notou espinhos
sobre o talo e pensou consigo mesmo:
"como pode uma flor tão bela vir de uma planta
rodeada de espinhos?"
Entristecido com o fato, ele se recusou a regar
a roseira e, antes mesmo de estar pronta para
desabrochar a rosa morreu.

Isso acontece com muitos de nós com
relação à nossa semeadura. Plantamos um sonho e,
quando surgem as primeiras dificuldades,
abandonamos a lavoura.
Fazemos planos de felicidade, desejamos colher flores
perfumadas e, quando percebemos os desafios
que se apresentam, logo desistimos e o nosso sonho
não se realiza.
Os espinhos são exatamente os desafios que se
apresentam para que possamos superá-los.
Se encontramos pedras no caminho é para que
aprendamos a retirá-las e, dessa forma,
nossos músculos se tornem mais fortes.
Não há como chegar ao topo da montanha
sem passar pelos obstáculos naturais
da caminhada.
E o mérito está justamente na superação
desses obstáculos.
O que geralmente ocorre é que não prestamos
muita atenção na forma de realizar nossos objetivos e,
por isso, desistimos com facilidade e até
justificamos o fracasso lançando a culpa em alguém
ou em alguma coisa.
O importante é que tenhamos sempre em mente
que se desejamos colher flores,
temos que preparar o solo, selecionar cuidadosamente
as sementes, plantá-las, regá-las sistematicamente e,
só depois, colher.
Se esperamos colher antes do tempo necessário,
então a decepção surgirá. Se temos um projeto de
felicidade, é preciso investir nele. E considerar
também a possibilidade de mudanças na estratégia.
Se, por exemplo, desejamos um emprego estável,
duradouro, e não estamos conseguindo,
talvez tenhamos que rever a nossa competência e nossa
disposição de aprender.
Não adianta jogar a culpa nos governantes
nem na sociedade, é preciso, antes de tudo, fazer
uma avaliação das nossas possibilidades pessoais.
Se desejamos uma relação afetiva duradoura,
estável, tranqüila, e não conseguimos, talvez seja preciso
analisar ou reavaliar nossa forma de amar.
Quando os espinhos de uma relação aparecem,
é hora de pensar numa estratégia diferente, ao invés
de culpar homens e mulheres ou a agitação da vida
moderna, ou simplesmente deixar a
rosa do afeto morrer de sede.
Há pessoas que, como o homem que deixou
a roseira morrer, deixam seus sonhos agonizarem por falta
de cuidados ou diminuem o seu tamanho. Vão se contentando
com pouco, na esperança de sofrer menos.
Mas o ideal é estabelecer um objetivo e investir esforços para
concretizá-lo.
Se no percurso aparecerem alguns espinhos,
é que estamos sendo desafiados a
superá-los, e jamais a desistir.

***

Quem deseja aspirar o perfume das rosas,
terá que aprender a lidar com os espinhos.
Quem quer trilhar por estradas limpas,
terá que se curvar para retirar as pedras e
outros obstáculos que surjam pela frente.
Quem pretende saborear a doçura do mel,
precisa superar eventuais ferroadas das fabricantes:
as abelhas.
Por tudo isso, não deixe que nenhum obstáculo
impeça a sua marcha para a conquista de
dias melhores.

Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita

Nenhum comentário: