É sempre fácil
examinar as consciências alheias,
identificar os erros do próximo,
opinar em questões que não nos
examinar as consciências alheias,
identificar os erros do próximo,
opinar em questões que não nos
dizem respeito, indicar as fraquezas
dos semelhantes, educar os filhos
dos vizinhos, reprovar as
deficiências dos companheiros,
corrigir os defeitos dos outros,
aconselhar o caminho reto a quem passa,
receitar paciência a quem sofre
e retificar as más qualidades de
quem segue conosco...
Mas enquanto nos distraimos,
em tais incursões a distância
corrigir os defeitos dos outros,
aconselhar o caminho reto a quem passa,
receitar paciência a quem sofre
e retificar as más qualidades de
quem segue conosco...
Mas enquanto nos distraimos,
em tais incursões a distância
de nós mesmos, não passamos
de aprendizes que fogem,
levianos, à verdade e à lição.
Enquanto nos ausentamos
do estudo de nossas próprias
necessidades, olvidando a aplicação
dos princípios superiores
que abraçamos na fé viva,
somos simplesmente
cegos do mundo interior
relegados à treva...
Despertemos, a nós mesmos,
acordemos nossas energias
levianos, à verdade e à lição.
Enquanto nos ausentamos
do estudo de nossas próprias
necessidades, olvidando a aplicação
dos princípios superiores
que abraçamos na fé viva,
somos simplesmente
cegos do mundo interior
relegados à treva...
Despertemos, a nós mesmos,
acordemos nossas energias
mais profundas para que o
ensinamento do Cristo
não seja para nós uma
não seja para nós uma
bênção que passa,
sem proveito à nossa vida,
porque o infortúnio maior de todos
para a nossa alma eterna
é aquele que nos
infelicita quando a graça do Alto
passa por nós em vão!...
* * *
Xavier, Francisco Cândido.
Da obra: Caridade.
Ditado pelo Espírito André Luiz.
Araras, SP: IDE, 1978.
sem proveito à nossa vida,
porque o infortúnio maior de todos
para a nossa alma eterna
é aquele que nos
infelicita quando a graça do Alto
passa por nós em vão!...
* * *
Xavier, Francisco Cândido.
Da obra: Caridade.
Ditado pelo Espírito André Luiz.
Araras, SP: IDE, 1978.


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